quinta-feira, 17 de julho de 2008

6a. Experiência - Blur - 13



Meu visitante mais persistente - Mr. Roots. - andou reclamando a ausência de novas postagens.
Não, não. Não guardei os cds e desisti da proposta.
Apenas, a desculpa mais antiga de todas: tempo. Andei ouvindo um monte de coisas, mas faltou tempo de dividir com vcs minhas impressões sobre elas.
Retorno a esse espaço em grande estilo com esse álbum maravilhoso da banda britânica BLUR.
Aliás, ele não sai do meu carro. E vez ou outra me pego ouvindo de novo...
Por enquanto, das experiências vividas até agora, essa tem sido uma das minhas favoritas.
É o quinto disco dessa turma e posso dizer que é possível encontrar sons muito diferentes nesse CD, lançado em 1999. Parece uma coletânea de vários estilos.
O mais maluco é que essa versatilidade toda não descaracteriza a unidade do disco. Pelo contrário, dá pra sentir a ousadia da proposta em cada música.
Fiquei impressionada com a versatilidade do grupo. Cada faixa é uma surpresa: acústicos, distorções, músicas experimentais...tanta coisa! E essa grande mistura resulta num trabalho maravilhoso.
Destaque óbvio para a primeira faixa - a mais popular: Tender. Um hino de 7 minutos que conta com a participação do coral "The London Comunity Gospel Choir".
Perfeita pra ouvir no carro, em boa companhia porque, segundo os caras, "tenra é a noite deitado ao lado de alguém que vc ama muito"... Concordo em gênero, número e grau.
Outra que quase furou no Cd é "Swamp Song". Essa é mais agitadinha: distorções da guitarra, som mais agressivo. Tudo de bom.
Taí o convite para quem ainda não conhece.
Esse vale a viagem. Com certeza.


3 comentários:

Mr. Roots disse...

Vou comentar, porque eu cobrei tanto um post aqui que ficaria chato não comentar, né?
Mas BLUR não é das minhas bandas preferidas. Sempre achei um som meio de nerd, mas acho que o que me incomoda mesmo é uma falta de identidade da banda.

Anyway, continue postando! Sei que você tem coisas muito legais nessa caixa!
Beijo

Anônimo disse...

Adorei o novo espaço, mas sinto falta dos pensamentos, sentimentos e devaneios registrados em "palavras e silêncios".

Atualiza! Atualiza! Atualiza! rs...

Beijos, doce poetisa.

Anônimo disse...

Ao contrário do Mr Roots, acho que o Blur faz da "falta de identidade" seu moto. Cada disco do Blur trouxe algo novo, diferente. Como o Damon Albarn, vocalista do Blur, do Gorillaz e do The Good the Bad and the Queen disse uma vez, não dá pra ficar cantando "Boys who loves girls, who loves girls..." pra sempre. Stravinsky costumava dizer que "estilo" é, simplesmente, uma incapacidade de fazer diferente... não sei se eu concordo... mas dá prá pensar a respeito.

Acho que a banda é mesmo meio Nerd, assim como a maioria das grandes bandas dos últimos 10 ou 15 anos e todo o cenário de musica eletrônica... a verdadeira "vingança dos Nerds".

Pra quem gostou deste, recomendo o Think Tank, o último (até agora) cd da Banda.